Rastreador principal
A principal diferença é o teclado. Todos os rastreadores principal possuem teclado, que é aonde o motorista se comunica com a Central de Monitoramento.
Possui sensores e atuadores que vão desde a cabine, até o baú. Além de ser configurado para atuação automática do bloqueio, em caso de violação e/ou algum procedimento não efetuado pelo motorista.
Ex:
Abrir a porta sem colocar a macro de parada. Independe da Central de Monitoramento, o bloqueio. Pois a ação está configurada de forma automática para bloquear.
Tipos de comunicação: GPRS + SATÉLITE
Obs:
Importante se atentar se o equipamento já possui a comunicação 4G. Motivo: a rede 2G está sendo desligada, ou seja, equipamentos com essa tecnologia de comunicação, tende a perder o sinal com maior frequência. Enquanto a rede 2G está sendo descontinuada, a rede 4G está sendo aumentada. Ou seja, enquanto uma está sumindo, a outra está crescendo.
Sempre antes de instalar um equipamento é necessário verificar se consta homologado na apólice de seguros.
É necessário sempre cadastrar e espelhar o sinal para a Gerenciadora de Riscos e disponibilizar o acesso para que em caso de necessidade, seja verificado.
Localizador
Tem a função apenas de informação o posicionamento, não possuindo ações de bloqueios e nem sensores e atuadores.
Tipos de comunicação: GPRS + RF (rádio frequência).
Obs:
Importante se atentar se o equipamento já possui a comunicação 4G. Motivo: a rede 2G está sendo desligada, ou seja, equipamentos com essa tecnologia de comunicação, tende a perder o sinal com maior frequência. Enquanto a rede 2G está sendo descontinuada, a rede 4G está sendo aumentada. Ou seja, enquanto uma está sumindo, a outra está crescendo.
Sempre antes de instalar um equipamento é necessário verificar se consta homologado na apólice de seguros.
É necessário sempre cadastrar e espelhar o sinal para a Gerenciadora de Riscos e disponibilizar o acesso para que em caso de necessidade, seja verificado.
Imobilizador
Esse dispositivo é uma contingência, onde tem a função de ser o segundo bloqueio. Muito utilizado quando o rastreador principal perde a comunicação. Geralmente as empresas instalam no cavalo. Mas já há empresas que instalam também na carreta.
Tipos de comunicação: GPRS + SATÉLITE + RF (algumas empresas)
Obs:
Importante se atentar se o equipamento já possui a comunicação 4G. Motivo: a rede 2G está sendo desligada, ou seja, equipamentos com essa tecnologia de comunicação, tende a perder o sinal com maior frequência. Enquanto a rede 2G está sendo descontinuada, a rede 4G está sendo aumentada. Ou seja, enquanto uma está sumindo, a outra está crescendo.
Sempre antes de instalar um equipamento é necessário verificar se consta homologado na apólice de seguros.
É necessário sempre cadastrar e espelhar o sinal para a Gerenciadora de Riscos e disponibilizar o acesso para que em caso de necessidade, seja verificado.
Rastreador móvel (isca): Equipamento utilizado geralmente dentro da carga. Esse dispositivo é necessário muito cuidado ao implantar. Justamente porque se ficar de fácil acesso, perde o elemento surpresa. E se for mal acondicionado poderá não comunicar e perder a efetividade.
Há 4 tipos de rastreadores móvel:
- Descartável: Quando é utilizado apenas uma vez por não haver logística reversa
- Retornável: Quando o cliente consegue ter a logística reversa. Fazendo com que possa ser utilizado mais vezes
- Imantada: Geralmente colocada no chassi (contêineres, ou veículos por meios próprios, ou cargas que já foram lacradas e não podem romper o lacre)
- Customizável: Quando a isca é disfarçada do produto que está na carga. Sendo idêntico ao produto carregado.
Tipos de comunicação: GPRS + RF (algumas empresas)
Obs:
Importante se atentar se o equipamento já possui a comunicação 4G. Motivo: a rede 2G está sendo desligada, ou seja, equipamentos com essa tecnologia de comunicação, tende a perder o sinal com maior frequência. Enquanto a rede 2G está sendo descontinuada, a rede 4G está sendo aumentada. Ou seja, enquanto uma está sumindo, a outra está crescendo.
Sempre antes de instalar um equipamento é necessário verificar se consta homologado na apólice de seguros.
É necessário sempre cadastrar e espelhar o sinal para a Gerenciadora de Riscos e disponibilizar o acesso para que em caso de necessidade, seja verificado.